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	<title>Dr. Tomáz de Aquino &#8211; Portal FBAC</title>
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	<description>O elo entre as APACs</description>
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		<title>Minas Gerais lidera expansão das APACs no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 12:42:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Minas Gerais tornou-se referência no modelo de Associações de Proteção e Assistência aos Condenados (APACs), metodologia que aposta na disciplina, no trabalho e na corresponsabilidade comunitária para promover a ressocialização de presos. Atualmente, o estado concentra 50 das 68 unidades em funcionamento no país, representando mais de 70% do total, de acordo com levantamento nacional. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="https://drive.google.com/file/d/1Kg0QEr8VQ7vGzKHk53ArL8EFyAyWZ6ut/view?usp=sharing">Minas Gerais tornou-se referência</a> no modelo de Associações de Proteção e Assistência aos Condenados (APACs), metodologia que aposta na disciplina, no trabalho e na corresponsabilidade comunitária para promover a ressocialização de presos. Atualmente, o estado concentra 50 das 68 unidades em funcionamento no país, representando mais de 70% do total, de acordo com levantamento nacional. O método, criado para humanizar o cumprimento de pena, vem ganhando força em outros estados, como Maranhão, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte e São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os resultados apresentados pelas APACs são expressivos. Enquanto o índice médio de reincidência nos presídios comuns brasileiros chega a 80% — número superior à média internacional de 70% —, nas unidades mineiras ele não passa de 13,9%. Entre mulheres, o índice cai para apenas 2,84%. A economia para os cofres públicos também é significativa: o custo por preso nas APACs é muito menor do que no sistema prisional convencional, permitindo ao Estado direcionar recursos para políticas preventivas e para o fortalecimento de serviços essenciais.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o advogado <a href="https://aquinoresende.com.br/">Tomáz de Aquino Resende</a>, especialista em Terceiro Setor e um dos principais incentivadores das APACs em Minas Gerais, o sucesso do modelo está na valorização da dignidade humana. “As APACs provam que tratar o condenado com respeito e exigir responsabilidade dele é o caminho para reduzir a criminalidade. Essa metodologia oferece condições reais para reconstruir trajetórias, evitando que a prisão se torne apenas uma escola do crime”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Dr. Tomáz destaca, ainda, a importância do engajamento social. Voluntários, empresas e entidades civis contribuem com programas de capacitação, oportunidades de trabalho e apoio psicológico. “Sem o envolvimento da comunidade, não há como o sistema se sustentar. As APACs são um convite para que todos participem ativamente do processo de ressocialização, quebrando preconceitos e fortalecendo a segurança coletiva”, ressalta.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante dos resultados, cresce a expectativa por políticas públicas que ampliem o alcance da metodologia, explica Dr. Tomáz. “A expansão para outros estados e a criação de mais unidades dependem de investimentos, formação de equipes e fortalecimento da rede de voluntariado. A APAC não é a solução única para o sistema prisional, mas é prova de que é possível combinar eficiência, economia e humanidade”, conclui.</p>
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		<title>APACs: solução humana e eficiente para a crise prisional brasileira</title>
		<link>https://site.fbac.net.br/apacs-solucao-humana-e-eficiente-para-a-crise-prisional-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[comunicacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 12:33:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O sistema prisional brasileiro vive uma crise profunda. Superlotação, violência e reincidência são sintomas de um modelo que deixou de cumprir seu papel. Em vez de recuperar pessoas, as prisões convencionais muitas vezes funcionam como escolas do crime. Essa realidade exige coragem para mudar. Ou eu faço ou não acontece. As Associações de Proteção e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O sistema prisional brasileiro vive uma crise profunda. Superlotação, violência e reincidência são sintomas de um modelo que deixou de cumprir seu papel. Em vez de recuperar pessoas, as prisões convencionais muitas vezes funcionam como escolas do crime. Essa realidade exige coragem para mudar. Ou eu faço ou não acontece.</p>
<p style="text-align: justify;">As Associações de Proteção e Assistência aos Condenados (APACs) surgem nesse contexto como uma alternativa sólida. Não são apenas mais uma experiência, mas um modelo já testado, com resultados consistentes e uma proposta baseada na dignidade humana. Ao contrário do sistema que apenas isola, a APAC oferece oportunidade real de recomeço.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados confirmam a força desse Método. Nos presídios comuns, mais de 80% dos presos reincidem. Nas APACs, esse índice cai para 13,9%. Entre mulheres, o número impressiona ainda mais: apenas 2,84% retornam ao crime. Isso não é acaso, é fruto de um trabalho estruturado que une disciplina, estudo, trabalho, espiritualidade e participação da comunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto decisivo é o custo. Manter um recuperando em uma unidade APAC custa cerca de um terço do valor gasto com um preso no sistema convencional. Ou seja, o modelo é ao mesmo tempo mais humano e mais eficiente financeiramente. Quando o poder público economiza, pode investir em áreas estratégicas como educação, saúde e prevenção da criminalidade. Ser esperança é melhor do que ter esperança.</p>
<p style="text-align: justify;">Desenvolvidas em Minas Gerais há mais de 50 anos, as APACs mudaram a lógica do encarceramento. O preso passa a ser chamado de “recuperando”. Essa simples mudança de linguagem revela uma nova visão: o crime é rejeitado, mas a pessoa é valorizada. Trabalho, estudo, disciplina e apoio familiar compõem os 12 elementos que estruturam o Método.</p>
<p style="text-align: justify;">O papel da comunidade é essencial. Voluntários oferecem assistência espiritual e educacional, empresas abrem vagas de trabalho e famílias participam ativamente do processo. Essa rede de apoio rompe o ciclo de exclusão social e cria novas oportunidades de reinserção. A sociedade descobre, assim, que ninguém é irrecuperável.</p>
<p style="text-align: justify;">Os números do sistema tradicional mostram um quadro alarmante. Em outubro de 2024, havia 663 mil presos para uma capacidade de 489 mil vagas, um déficit de 174 mil. Em 2023, foram registradas 3.091 mortes dentro dos presídios, sendo 703 por violência. A prisão, em vez de local de recuperação, tornou-se espaço de barbárie.</p>
<p style="text-align: justify;">As APACs, ao contrário, constroem um ambiente onde a disciplina convive com a solidariedade e a responsabilidade. Não há policiais armados dentro das unidades, mas há respeito, regras claras e corresponsabilidade. O Método prova que a confiança pode gerar mais resultados do que o medo.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar dos êxitos, as APACs ainda não estão presentes em todos os estados. O desafio é ampliar o modelo sem perder a essência. Isso exige políticas públicas consistentes, capacitação de profissionais e incentivo à participação da sociedade civil. A fidelidade aos princípios fundadores é indispensável para evitar a descaracterização.</p>
<p style="text-align: justify;">“Estou pronto para morrer, mas não tenho pressa”. Essa frase, que carrego como lema de vida, também traduz a urgência de agir com serenidade, mas sem omissão. Se queremos transformar a realidade, precisamos apoiar modelos que já demonstraram eficácia.</p>
<p style="text-align: justify;">O sistema prisional brasileiro não precisa continuar fracassando. Há uma alternativa concreta, eficaz e humana: as APACs. Menos reincidência, menos violência, mais cidadania. É isso que está em jogo.</p>
<p style="text-align: justify;">O futuro da justiça penal no Brasil passa pela coragem de reconhecer que punir, por si só, não resolve. É preciso recuperar. É preciso reinserir. É preciso acreditar que dignidade transforma. As APACs já provaram que é possível. Cabe a nós decidir se vamos permitir que essa experiência seja exceção ou se teremos a ousadia de torná-la regra.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-25634" src="https://site.fbac.net.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-09-092217.png" alt="" width="431" height="650" srcset="https://site.fbac.net.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-09-092217.png 431w, https://site.fbac.net.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-09-092217-199x300.png 199w" sizes="(max-width: 431px) 100vw, 431px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>O autor é Tomáz de Aquino Resende, advogado especialista em Terceiro Setor, ex-procurador-geral de Belo Horizonte e membro do Conselho da Fraternidade Braileira de Assistência aos Condenados.</em></strong></p>
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